Galeria Thomas Cohn coloca à venda seu acervo

(Foto: Divulgação)

A galeria Thomas Cohn encerra suas atividades após 30 anos no mercado. Segundo comunicado enviado à imprensa, a sensação, agora, é de dever cumprido.

“Quando iniciamos nosso empreendimento, tínhamos algumas metas: concentrar-nos no lançamento de artistas emergentes, fazer intercâmbio com artistas internacionais e participar de feiras de arte. Privilegiar a mensagem do artista para o público e não vice-versa; expor arte pela arte; conseguir investimento apenas como consequência possível; usar a ética com nossos colegas e promovê-los em eventos internacionais, ao invés de dificultar sua presença. Hoje em dia, trinta anos depois, essas metas foram atingidas.”

Ao longo das três últimas década, a galeria testemunhou o sucesso de muitos artistas, como Leonilson, Leda Catunda, a recordista Adriana Varejão, Edgard de Souza, o argentino Kuitca, Walter Goldfarb, Oscar Oiwa e Daniel Senise.

A decisão, contudo, vai beneficiar colecionadores e admiradores de arte. Antes de fechar a galeria, todo o seu acervo será colocado à venda por preços competitivos a partir de 9 de fevereiro. “O objetivo é evitar que obras de artistas se denigram na ausência de cuidados”, explica o comunicado.

Os interessados terão acesso a uma lista de preços. Em seguida, eles poderão fazer uma contraproposta. A galeria, então, analisará o valor e responderá se aceita a negociação.

Mais informações em www.thomascohn.com.br

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